PRM defende que Joaquim Mangaze pode ter estado no raio do campo de tiro

sexta, 11 maio 2018 17:38
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A Polícia da República de Moçambique admite que o menor Joaquim Mangaze, morto no passado dia 3 de Maio, no bairro de Sidwava, na Matola, possa ter estado no raio do campo de tiro, afastando a possibilidade de o mesmo ter sido morto por boleamento.

 

O porta-voz do Comando-Geral da Polícia, Inácio Dina, diz que investigações preliminares indicam que os dois furos encontrados no corpo do menor podem ser de um outro instrumento.

Inácio Dina falava esta sexta-feira, em Maputo, em conferência de imprensa sobre o trabalho em curso para o esclarecimento do caso. 

Para a PRM, a alegação de que o menor tenha sido baleado por militares é usada para justificar o aparente conflito de terra naquele bairro.

Dina destaca, por outro lado, não haver tentativa de expropriação de terras dos residentes do quarteirão 14 em Sidwava, por parte dos militares, visto se tratar de uma área protegida.

A Polícia diz haver pessoas que pretendem tirar proveito da morte do menor Joaquim Mangaze em benefício próprio.

Segundo a fonte, os resultados da autópsia a que o menor Joaquim Mangaze foi submetido serão divulgados na próxima segunda-feira. (RM)

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