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Décima segunda edição do Festival Marrabenta: Atributo a António Alves da Fonseca

Published in Cultura
sexta, 01 fevereiro 2019 11:46
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A música popular urbana sempre foi a base da massificação artística musical nos diferentes momentos do percurso histórico de Moçambique, mesmo nos momentos conturbados da dominação colonial.

 

A música servia de uma arma para a construção da moçambicanidade. Dai que a sua preservação deve assentar na valorização do património cultural nacional.

Neste contexto a Zambique Lda, apresenta nos dias 1 a 3 de Fevereiro de 2019, a 12ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MARRABENTA, sob o lema: tributo a António Alves da Fonseca.

António Alves da Fonseca e a Marrabenta:

Figura incontornável para a memória colectiva e preservação do legado artístico e cultural de Moçambique, António foi o homem que gravou na GOLO discos da Marrabenta, imortalizou obras de inúmeros artistas locais. “Na naquela altura era difícil gravar com grupos locais, apareceriam no estúdio conjuntos mas com dificuldades. Meu objectivo era que os músicos depois de gravarem uma música, ouvissem, só ai podiam gravar um álbum. Gravei conjuntos que desaparecem com o tempo. O António Marcos quando começava a gravar não parava, falava e tocava tudo, dizia que estava no estúdio dele e conseguia tirar uma boa música. Gravaram no estúdio da rádio Clube (actual RM) e no estúdio da Golo, músicos como: os Galtons, os Centavos, os Misteriosos, José Feijão, os Manjakazianos, os Magníficos, os Eclipses, Victor Bernardo, Gabriel Chiau, Makliu Comiche, Duo Fluca, Adrãao, Batista Panguana, os Desejados, o Trio Ceaia, os Chiconelas Ritmo, o Caetano Butão, o Edu, o Artur Garrido, o Daniel Banze, os Monomotapas, o Bill Cuca, o Pedro Ben, os Inflexos, o Folclore, o Alberto Mucheca, Liberdade Lingamo, João Domingos, Renato Silva e os Parafusos. Para mim a Marrabenta tem uma exaltação e não se pode discutir”- disse Fonseca.

No evento de homenagem diversos artistas contemporâneos que gravaram nos estúdios da Golo de António Alves da Fonseca, bem como interpretações feitas por artistas da nova geração interpretando temas de Marrabenta vão ao palco na noite de abertura do festival no Centro Cultural Franco-Moçambicano, esta sexta-feira.

Este sábado, o Comboio da Marrabenta parte da estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique - CFM com destino ao MARRABENTA GUAZAMTHINI, no coração da Vila da Marracuene, braço motriz do entretenimento gratuito e social, para a 12ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MARRABENTA e levará artistas culturais, jornalistas, pesquisadores culturais e o público amante à grande arena de espectáculo.

Como forma de trazer novos subsídios para a história da cultura moçambicana, ao terceiro dia a 12ª EDIÇÃO DO FESTIVAL MARRABENTA escala a cidade da Matola, província de Maputo.

Com um palco principal de alto desempenho energético, apresentará uma matriz inspirada de sons de alto nível da região, a plataforma oferece espaços para o branding de várias marcas de produtos e serviços do país, assim como zonas de diversão, tais como: MARRABENTA LONGE, MARRABENTA  SABORES, MARRABENTA STYLE, MARRABENTINHA KIDZNE STYLE.

Por estas e outras razões futuras “a Marrabenta não pode morrer sem a gente estar”- disse o renomado Manjakaziano, Alberto Mhula. (RM)

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