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Moscovo insinua que EUA querem "apagar vestígios" com ataques na Síria

Published in Recomendado
quarta, 11 abril 2018 21:56
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A Rússia sugeriu que os ataques com mísseis contra o regime sírio prometidos por Donald Trump poderão servir para "apagar vestígios" do alegado ataque químico denunciado pelo Ocidente.

 

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, questionou se a Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) foi avisada que os mísseis vão destruir "todas as evidências" do ataque químico.
"Ou a ideia original é usar mísseis inteligentes para varrer os vestígios da provocação para debaixo do tapete?", acrescentou a representante, afirmando que perante tal acção os peritos (da OPAQ) não vão encontrar quaisquer provas.
A mensagem de Maria Zakharova surgiu momentos depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter avisado a Rússia, através da rede social Twitter, que mísseis "vão começar a chegar" ao território sírio.
"A Rússia prometeu destruir todos e quaisquer mísseis disparados contra a Síria. Prepara-te Rússia, porque eles vão começar a chegar, bons, novos e inteligentes!", escreveu Trump.
A porta-voz da diplomacia da Rússia, aliada tradicional do regime sírio, frisou ainda na mesma mensagem no Facebook que os mísseis norte-americanos que Trump promete enviar para a Síria devem ter como alvo "os terroristas" e não "o governo legítimo" de Damasco.
"Os mísseis inteligentes devem voar em direcção aos terroristas e não em direcção do governo legítimo, que luta contra o terrorismo internacional há vários anos no seu território", disse Maria Zakharova.
Na segunda-feira, Trump afirmou que iria responder de forma vigorosa ao alegado ataque químico cometido no sábado contra a cidade rebelde de Douma, na Síria, e prometeu então que a decisão dos Estados Unidos seria conhecida dentro de 24 a 48 horas.
Organizações apoiadas pelos Estados Unidos denunciaram que pelo menos 42 pessoas, entre as quais várias crianças, morreram em Douma, o último bastião rebelde em Ghouta Oriental, nos arredores de Damasco, com sintomas associados a um ataque com armas químicas.
A Síria nega qualquer utilização de armas químicas, assim como a Rússia, principal aliado do regime sírio, que afirmou que eventuais ataques ocidentais teriam "graves consequências".
A OPAQ anunciou na terça-feira que vai enviar "em breve" uma equipa de peritos para a Síria para investigar o alegado ataque químico contra Douma.
A organização, que recebeu um convite oficial do regime sírio para investigar no terreno, "pediu à República Árabe Síria para desencadear os procedimentos necessários para a deslocação", anunciou a OPAQ em comunicado. (RM/TSF)

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