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Benjamin Netanyahu apoia Reino Unido no ataque à Síria

Published in Mundo
domingo, 15 abril 2018 15:01
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O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, transmitiu o seu apoio à primeira-ministra britânica Theresa May, na sequência do bombardeamento contra a Síria, como resposta a um alegado ataque químico.

 

"Eu disse-lhe que o ataque passa a importante mensagem internacional de tolerância zero para com o uso de armas não convencionais", disse Netanyahu, na noite de sábado, ao iniciar a reunião semanal com seu Conselho de Ministros.

O primeiro-ministro israelita disse a Theresa May que esta política "deveria também ser refletida na prevenção das capacidades nucleares de estados e organizações terroristas".

Netanyahu é contra o pacto nuclear iraniano e reiterou recentemente ao Presidente russo, Vladimir Putin, um aliado de Bashar al-Assad, que o seu país "não permitirá a escalada militar iraniana na Síria".

O primeiro-ministro israelita reiterou ainda o "total apoio" de Israel à decisão do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de se posicionar contra o uso e disseminação de armas químicas.

Netanyahu comentou ainda as "ameaças subterrâneas" que o país enfrenta, numa referência à destruição de um novo túnel de Gaza que, segundo o exército israelita, foi introduzido a dezenas de metros de profundidade em Israel.

Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram no sábado uma série de ataques com mísseis contra alvos associados à produção de armamento químico na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade de Douma, Ghuta Oriental, por parte do governo de Bashar al-Assad.

A ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.

O presidente dos EUA justificou os ataques como uma resposta à "ação monstruosa" realizada pelo regime de Damasco contra a oposição e prometeu que a operação irá durar "o tempo que for necessário".

Segundo o secretário-geral da NATO, a ofensiva teve o apoio dos 29 países que integram a Aliança.

Na sequência destes ataques, e a pedido da Rússia, realizou-se uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU, na qual foi rejeitada uma proposta de condenação da ofensiva militar, apresentada pelos russos. (RM-NM)

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