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Economia

Economia (190)

INAE suspende a operação “Kulaya”

Published in Economia
sexta, 04 maio 2018 18:09

O Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, afirmou que a decisão de  suspender a operação “Kulaya”, que vinha sendo liderada pela Inspecção Nacional de Actividades Económicas, deveu-se à falta de observância das regras estabelecidas pela instituição que dirige.

Nampula: Preço do Algodão caroço mantém-se

Published in Economia
sexta, 04 maio 2018 07:33

O preço do algodão caroço de primeira qualidade, em Moçambique, irá manter-se em 23,00 meticais o quilograma na presente campanha de comercialização que termina no próximo dia 30 de Setembro.

O sector pesqueiro poderá contribuir com uma produção de 11 por cento do Produtor Interno Bruto, este ano.

Na cidade da Beira, em Sofala, as obras do terminal de gás doméstico encontram-se em fase conclusiva.

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM) precisa estabelecer, pelo menos trezentas e trinta mil ligações por dia, para atingir o acesso universal de energia eléctrica, no país.

A China é o maior financiador e construtor de infra-estruturas em Moçambique, de que são exemplo a ponte Maputo/Ka Tembe, a estrada circular de Maputo, a Estrada Nacional 6 e o porto de pesca da cidade da Beira, disse o embaixador da China no país, em declarações prestadas em Maputo à revista Macao.

INAE continua a monitorar o mercado moçambicano

Published in Economia
terça, 01 maio 2018 07:34

A Inspecção Nacional de Actividades Económicas, INAE, diz que continua a monitorar o mercado moçambicano, na sequência da interdição da importação e consumo do frango e seus derivados de algumas firmas sul-africanas.

As relações comerciais entre a União Europeia (UE) com os países de África, Caraíbas e Pacífico (ACP), de que Moçambique é parte integrante, foram historicamente guiadas por uma série de convenções que concederam preferências unilaterais pela União Europeia aos países ACP para acederem ao mercado europeu.

País: Início da marcação de combustíveis

Published in Economia
sábado, 28 abril 2018 12:48

 Inicia na próxima quarta-feira, no país, a marcação de combustíveis com o objectivo de combater e prevenir a adulteração destes produtos e minimizar as perdas de receitas fiscais, devido ao contrabando.

As multinacionais sul-africana e brasileira Sasol e Vale defendem o estabelecimento de parcerias estratégicas empresariais como a base para o crescimento socioeconómico e industrialização sustentável de Moçambique.


Falando esta quarta-feira, em Maputo, na abertura da VI Conferência e Exposição sobre Minas, Energia e Gás Natural (MMEC - 2018) os directores de Operações da Sasol e Vale, David Woodgate e Leonardo Xerinda respectivamente, apontaram a promoção do crescimento económico e social inclusivo em Moçambique como parte da sua agenda.
Sublinharam que é possível material a agenda através da conjugação de esforços empresariais.
Ambas as empresas já estabeleceram parcerias no país, mas exprimem a vontade de prosseguir com a sua expansão nas várias áreas da economia, incluindo a capacitação do conteúdo local e o desenvolvimento de infra-estruturas.
“Hoje, Moçambique está no início de uma curva de desenvolvimento exponencial. Como amigos e cidadãos de Moçambique, temos de congregar esforços para partilhar valores ao longo desta curva, estabelecendo parcerias”, disse Woodgate.
O dirigente da multinacional sublinhou que a Sasol possui uma larga experiência nesta matéria e o crescimento que está a registar tem sido na base de parcerias estratégicas. 
Afirmou que é resultado da colaboração com outras empresas que a Sasol tem estado a desenvolver o mercado do gás doméstico. 
Woodgate garantiu que a Sasol mantém o seu compromisso de continuar a investir em Moçambique e trazer valor acrescentado às actividades prospecção, exploração e comercialização do gás natural.
“Entendemos fazer isto para o desenvolvimento de Moçambique, mas em parceria com moçambicanos. Vamos melhorar a colaboração que é a chave para o desenvolvimento do país. Através de uma colaboração organizada com o sector privado, acreditamos que, de forma colectiva, podemos permitir uma industrialização do país e melhorar a vida dos cidadãos”, referiu.
Enquanto isso, a Vale Moçambique afirma que emprega actualmente mais de 2.500 trabalhadores em todo o país, uma cifra que acresce outros 2.800 de empresas que prestam serviços àquela mineradora. 
Estes números ainda estão aquém daquilo que são as ambições da empresa. Por isso, entende que o estabelecimento de parcerias é fundamental.
“Para isso, investimos na capacitação de pessoas e na sustentabilidade, em sintonia com a missão de gerar prosperidade e desenvolvimento sustentável, a partir da produção de recursos naturais”, disse Xerinda.
A Vale já concluiu os principais investimentos na expansão da mina de Moatize, na província central de Tete, e de construção de infra-estruturas para a exportação de carvão mineral. 
A multinacional brasileira vai partilhar a percepção da actuação em termos de sustentabilidade e importância que o tema “Desenvolvimento dos recursos minerais de Moçambique para uma industrialização e acrescentar valor para o país” tem para si como mega projecto e para o desenvolvimento económico e social de Moçambique.
O arranque da MMEC – 2018 foi antecedido por um encontro monitorado pela empresa de advocacia Sal e Caldeira, que fez actualizações do sector de petróleos e gás de Moçambique, sobretudo no que diz respeito à legislação que rege o sector.
O evento, de dois dias, constitui uma oportunidade para a partilha de informações sobre o actual estágio e potencialidades da indústria extractiva e do sector energético em Moçambique.
É ainda um fórum de debate de diferentes temas sobre medidas necessárias para que a indústria nacional continue a crescer, traduzindo-se em benefícios para o Estado e concessionárias.
Estão representadas no evento as multinacionais Sasol, Vale Moçambique, Anadarko, ExxonMobil e outras empresas da indústria mineira e extractiva.
Moçambique faz-se representar no evento pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Instituto Nacional de Petróleos (INP), PETROMOC, Associação Geológico-Mineira de Moçambique e outras instituições do ramo.(RM)

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