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Mundo (143)

Mali lança operação militar contra terroristas

Published in Mundo
segunda, 12 março 2018 09:57

Mais de dez presumíveis terroristas morreram, durante uma ofensiva militar lançada pelas Forças Armadas Malianas, na província de Mopti, no centro do país.

Uma fonte de segurança maliana, que fez o balanço este domingo, na capital Bamako, confirmou ainda a morte de quatro soldados, depois da viatura em que seguiam, já de regresso após a operação, ter accionado uma mina. (RM/Panapres)

Centenas de pensionistas desfilaram quinta-feira no centro de Atenas contra novos cortes nas pensões, aplicados desde os primeiros planos de austeridade e que prosseguem com o terceiro resgate, que deverá terminar em agosto.

O Presidente russo, Vladimir Putin, assegurou este sábado que não pretende alterar a Constituição para continuar no poder em 2024, uma vez que a Magna Carta impede mais de dois mandatos consecutivos.

O Supremo Tribunal espanhol respondeu negativamente, esta sexta-feira em Madrid, ao pedido de Jordi Sánchez, detido preventivamente, para ser libertado ou autorizado a deslocar-se ao parlamento catalão para ser investido presidente do Governo regional na próxima segunda-feira.
O juiz Pablo Llarena negou-se a autorizar os dois pedidos, considerando que há risco de que Sánchez reitere os delitos de rebelião e sedição de que está a ser investigado.
O candidato à presidência do Governo catalão tinha apresentado um recurso a pedir o fim da situação de prisão preventiva e um outro a pedir autorização para participar na sessão plenária do parlamento catalão que o ia investir presidente do Governo regional.
O presidente do parlamento catalão, Roger Torrent, anunciou oficialmente na passada segunda-feira que Jordi Sánchez era o candidato a ser investido como chefe do executivo regional, depois de o candidato anterior, Carles Puigdemont, ter desistido a favor deste.
Isto apesar de Sánchez, que é o número dois da lista 'Juntos pela Catalunha" liderada por Puigdemont, ainda não ter assegurada a maioria de 68 votos num total de 135 dos deputados regionais.
O bloco de partidos independentistas tem 70 votos no parlamento regional, mas os quatro deputados da Candidatura de Unidade Popular (CUP, independentistas, extrema-esquerda antissistema) anunciaram inicialmente que se iriam abster na votação e agora estão a estudar um compromisso que lhes foi apresentado pelas outras forças independentistas.
Jordi Sánchez foi presidente do movimento cívico independentista Assembleia Nacional Catalã até ter aceitado participar como número dois da lista liderada pelo ex-presidente do Governo regional Carles Puigdemont para as eleições para o parlamento regional, realizada em 21 de Dezembro de 2017.
Este professor universitário e activista político é um dos três independentistas que estão detidos, como medida cautelar, numa prisão dos arredores de Madrid, acusados de delitos de rebelião, sedição e peculato no quadro da tentativa de secessão da Catalunha que terminou, a 27 de Outubro do ano passado, com a intervenção de Madrid.
A lista "Juntos pela Catalunha" de Carles Puigdemont foi a mais votada do bloco independentista nas eleições de 21 de Dezembro último.
O "processo" de independência da Catalunha foi interrompido em 27 de Outubro de 2017 quando o Governo central espanhol decidiu intervir na Comunidade Autónoma, nomeadamente através da dissolução do parlamento regional, a destituição do executivo regional e a convocação de eleições regionais que se realizaram a 21 de Dezembro último.(RM /NMinuto)

Donald Trump vai reunir-se com Kim Jong Un

Published in Mundo
sexta, 09 março 2018 09:52

O Presidente norte-americano, Donald Trump, vai reunir-se com o seu homólogo norte-coreano, Kim Jong Un, em Maio, anunciou, esta quinta-feira, um dirigente sul-coreano.

A reunião foi proposta por Kim Jong-un, que ofereceu a suspensão do programa nuclear e balístico em troca do início de negociações, informaram hoje representantes sul-coreanos em Washington.

O director do gabinete de Segurança Nacional da Coreia do Sul, Chung Eui-yong, que liderou a delegação sul-coreana enviada a Washington, entregou hoje a Trump uma carta que lhe entregou na segunda-feira Kim Jong-un, durante uma reunião em Pyongyang. (RM /NMinutos)

A Câmara de Apelo do Tribunal Penal Internacional (TPI) rejeitou, esta quinta-feira, o recurso e pediu uma nova pena para o ex-vice-Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo), Jean-Pierre Bemba, sentenciado a um ano de prisão pelo suborno de testemunhas.
A actual pena, sentenciada em Março de 2017, ordenou o pagamento de uma multa de 300.000 euros e adicionou um ano aos 18 que Bemba cumpre desde Junho de 2016.
Na altura, Bemba foi, juntamente com alguns associados, condenado por ter subornado 14 testemunhas para apresentarem falsos testemunhos no processo de que era alvo.
Os cinco juízes da Câmara de Apelo rejeitaram os 12 motivos usados pela defesa de Bemba e ordenaram uma revisão da sentença resultante da manipulação de testemunhas.
"A Câmara de Apelo constatou que Câmara de Primeira Instância cometeu uma série de erros nas penas atribuídas a Bemba, [Jean-Jacques] Mangenda e [Aimé] Kilolo", seus co-acusados, declarou a presidente do colectivo de juízes, Silvia Fernandez.
"Nestas circunstâncias, a Câmara de Apelo considera apropriada (...) a anulação da pena e exige à Câmara de Primeira Instância novas condenações", continuou Fernandez.
Bemba, de 55 anos, cumpre uma pena de 18 anos de prisão pelas violações e assassínios cometidos pela sua milícia e considerado culpado de cinco crimes de guerra e contra a humanidade, sob o princípio da "responsabilidade do comandante".
Foi o primeiro caso do TPI centrado na utilização da violação e da violência sexual como arma de guerra e o primeiro julgamento em que um chefe militar foi considerado responsável pelas atrocidades cometidas pelos seus homens, mesmo que não as tenha ordenado.
Em Novembro de 2017, mais de 5.000 vítimas dos crimes de guerra que levaram Bemba a tribunal pediram indemnizações individualizadas perante o TPI. (RM /NMinuto)

O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, defendeu hoje que a proposta chinesa de suspensão recíproca das actividades militares na península coreana foi a chave para o acalmar das tensões entre Pyongyang e Seul.


"Os recentes acontecimentos podem ter surpreendido muita gente, mas são plausíveis: durante os Jogos Olímpicos [de Inverno] de PyeongChang, a Coreia do Norte não realizou qualquer teste nuclear, e os EUA e a Coreia do Sul suspenderam as suas manobras conjuntas", disse.
"Isto prova que a proposta chinesa de dupla suspensão era a receita adequada para o problema", afirmou.
Pequim tem vindo a defender a suspensão do programa nuclear da Coreia do Norte e, ao mesmo tempo, das manobras militares dos Estados Unidos na Coreia do Sul, para "amortecer a crise" na península.
A cedência de ambos os lados "criou as condições básicas para a melhoria das relações entre as duas Coreias", afirmou o ministro.
Pyongyang e Seul concordaram realizar em abril uma cimeira entre o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e o homólogo sul-coreano, Moon Jae-in.
No ano passado, os contínuos testes nucleares e com mísseis balísticos da Coreia do Norte, a par da retórica belicista do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevaram a tensão na península coreana para níveis sem precedentes desde o final da Guerra da Coreia (1950-1953).
"A questão coreana é mais complicada no mundo actual" e Seul e Pyongyang "aproveitaram a oportunidade dos Jogos de PyeongChang para alcançar um rápido degelo dos laços, revertendo um longo período de antagonismo na península", disse Wang.
No mês passado, uma delegação norte-coreana composta por atletas, jornalistas, artistas e apoiantes, e liderada pela irmã mais nova do líder norte-coreano, Kim Yo Jong, participou dos Jogos Olímpicos de Inverno, na cidade sul-coreana de PyeongChang.
"Há luz ao fundo do túnel, mas a viagem não será fácil", afirmou Wang.
"A história lembra-nos que seja qual for o nível de tensão na península, a situação está obscurecida por diversas interferências", disse. (RM /NMinuto)

Os presidentes da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, da Rússia, Vladimir Putin, e do Irão, Hassan Rohani, reúnem-se a 4 de Abril em Istambul para analisar a situação da guerra civil na Síria, divulgaram esta quarta-feira media turcos.

Um antigo brigadeiro que deixou o partido no poder no Zimbabwe como protesto contra a destituição, em Novembro de 2017, do ex-Presidente Robert Mugabe fundou um novo partido político no país, noticiou ontem a imprensa local.

Ambrose Mutinhiri, um veterano da luta contra o poder da minoria branca e contra o regime de segregação racial ('apartheid') que vigorou no país durante a década de 1970, na então antiga Rodésia, disse ter-se reunido no domingo com Mugabe antes de anunciar a criação da Frente Patriótica Nacional (NPF).

Mutinhiri demitiu-se na semana passada do cargo de deputado e de dirigente da Aliança Nacional Africana do Zimbabwe - Frente Patriótica (ZANU-PF, no poder desde a independência, em 1980), criticando a intervenção militar que, em Novembro do ano passado, pressionou a destituição de Mugabe, 94 anos e no poder desde 1980, que foi substituído pelo vice-Presidente Emmerson Mnangagwa.

Segundo a imprensa estatal de ontem, o partido de Mutinhiri conta com o apoio de Mugabe e os dois surgem juntos numa fotografia publicada ontem no site do NPF.

O Zimbabwe tem previsto este ano realizar eleições gerais - presidenciais e legislativas - entre o final do primeiro semestre e o início do segundo.(RM /NMinuto)

O Presidente da Libéria, George Weah, pediu esta segunda-feira, o apoio da Nigéria para reactivar o crescimento económico do seu país.
Para Jorge Weah, a mudança política num país, não tem sentido sem um desenvolvimento económico.
O Presidente da Libéria assegurou que a o seu país está aberto ao investimento privado nigeriano, e considera muito baixo o volume actual do comércio entre os dois países. (RM/ Angop)

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