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Mundo (272)

Centenas de civis fugiram ou tentavam fugir esta segunda-feira da cidade de Afrine face ao avanço das forças turcas, que estão "às portas" desta cidade do noroeste da Síria, indicou uma organização não-governamental.

Cerca de 45 mil pessoas manifestaram-se, este domingo, em Barcelona a favor da criação de uma República da Catalunha independente de Espanha, um protesto organizado pela associação independentista ANC, de acordo com os cálculos da polícia urbana.

O protesto organizado pela Assembleia Nacional Catalã (ANC) realizou-se na tarde de ontem e visava pressionar os partidos independentistas catalães a chegarem a um acordo que permita formar um governo que avance para a independência da região.
Em finais de Outubro, o governo regional catalão - liderado por Carles Puigdemont - e os partidos no parlamento regional que o apoiavam (Esquerra Republicana Catalana, Partido Democrata Europeu Catalão e Candidatura Unitária da Catalunha) declararam unilateralmente a independência da região.
Na sequência, o governo central em Madrid suspendeu a autonomia da região, dissolveu o parlamento, afastou o governo regional (Generalitat), assumiu a gestão corrente da região e convocou eleições antecipadas na Catalunha para 21 de Dezembro.
A justiça espanhola emitiu então ordens de detenção para o então presidente da Generalitat, Carles Puigdemont, e outros líderes independentistas. O vice-presidente, Oriol Junqueras, foi detido (e ainda se encontra em prisão), tal como o dirigente máximo da ANC, Jordi Sánchez.
Puigdemont acabaria por escapar à detenção, fugindo para Bruxelas com cinco dos seus conselheiros, onde ainda se encontra.
Nas eleições de 21 de Dezembro, os partidos independentistas conseguiram votos suficientes para manter a maioria parlamentar. No entanto, a nova plataforma eleitoral de Puigdemont, o Junts per Catalunya (JxC) queria que fosse este a ser investido como Presidente da Generalitat, apesar de estar fugido à justiça em Bruxelas.
A justiça espanhola afirmou que não seria válida uma investidura por Skype, como propunha o JxC. A outra solução apresentada ao presidente da Mesa de Assembleia Regional seria a investidura de Jordi Sánchez (eleito pela lista da JxC), mas o juiz do Supremo Espanhol que conduz o processo não o liberta para estar presente no plenário de votação no parlamento regional.
Puigdemont, Junqueras, Sánchez e outros líderes independentistas foram formalmente acusados de rebelião, sedição e uso fraudulento de dinheiros públicos (peculato). Puigdemont será detido se regressar a Espanha.
As regras do Parlamento Regional catalão exigem a presença física dos candidatos a presidente, que são escolhidos por votação presencial dos deputados eleitos.
Actualmente, os partidos independentistas não se põem de acordo quanto a outras soluções para formar governo, e os partidos soberanistas não têm votos suficientes para tentar investir a líder do Ciudadanos na Catalunha, Inés Arrimadas, a mais votada a 21 de Dezembro.
Face à situação, o governo central em Madrid continua a fazer a gestão corrente da autonomia da Catalunha, ao abrigo da aplicação do artigo 155 da Constituição Espanhola. (RM Notícias)

Etiópia: Pelo menos 16 civis mortos em semana de protestos

Published in Mundo
segunda, 12 março 2018 10:11

Pelo menos 16 civis foram mortos pelo exército da Etiópia, semana passada, na região de Oromia (sul), palco de protestos contra o governo, anunciaram as forças de segurança.

No sábado, um grupo de cinco soldados matou nove civis e feriu outros 12 na localidade de Moyale, perto da fronteira com o Quénia.
Segundo um comunicado, os civis foram confundidos com membros da Frente de Libertação Oromo, um movimento separatista que luta há décadas pela independência.
Fontes locais afirmam que 13 pessoas foram mortas em Moyale.
"Os cinco soldados, incluindo o comandante, foram detidos e são objecto de uma investigação", anunciou em comunicado o ministro da Defesa, Siraj Figessa.
Outras sete pessoas morreram em outros incidentes.
A Etiópia decretou em Fevereiro o estado de emergência durante seis meses, prorrogáveis por mais quatro, devido aos protestos e à violência no país.
Os protestos têm por base o descontentamento das duas principais etnias do país -- oromo (sul e oeste) e amhara (norte) --, que se consideram sub-representadas no partido que governa o país desde 1991, mas também na partilha de recursos e acesso a direitos e liberdades. (RM /NMinuto)

Mali lança operação militar contra terroristas

Published in Mundo
segunda, 12 março 2018 09:57

Mais de dez presumíveis terroristas morreram, durante uma ofensiva militar lançada pelas Forças Armadas Malianas, na província de Mopti, no centro do país.

Uma fonte de segurança maliana, que fez o balanço este domingo, na capital Bamako, confirmou ainda a morte de quatro soldados, depois da viatura em que seguiam, já de regresso após a operação, ter accionado uma mina. (RM/Panapres)

Centenas de pensionistas desfilaram quinta-feira no centro de Atenas contra novos cortes nas pensões, aplicados desde os primeiros planos de austeridade e que prosseguem com o terceiro resgate, que deverá terminar em agosto.

O Presidente russo, Vladimir Putin, assegurou este sábado que não pretende alterar a Constituição para continuar no poder em 2024, uma vez que a Magna Carta impede mais de dois mandatos consecutivos.

O Supremo Tribunal espanhol respondeu negativamente, esta sexta-feira em Madrid, ao pedido de Jordi Sánchez, detido preventivamente, para ser libertado ou autorizado a deslocar-se ao parlamento catalão para ser investido presidente do Governo regional na próxima segunda-feira.
O juiz Pablo Llarena negou-se a autorizar os dois pedidos, considerando que há risco de que Sánchez reitere os delitos de rebelião e sedição de que está a ser investigado.
O candidato à presidência do Governo catalão tinha apresentado um recurso a pedir o fim da situação de prisão preventiva e um outro a pedir autorização para participar na sessão plenária do parlamento catalão que o ia investir presidente do Governo regional.
O presidente do parlamento catalão, Roger Torrent, anunciou oficialmente na passada segunda-feira que Jordi Sánchez era o candidato a ser investido como chefe do executivo regional, depois de o candidato anterior, Carles Puigdemont, ter desistido a favor deste.
Isto apesar de Sánchez, que é o número dois da lista 'Juntos pela Catalunha" liderada por Puigdemont, ainda não ter assegurada a maioria de 68 votos num total de 135 dos deputados regionais.
O bloco de partidos independentistas tem 70 votos no parlamento regional, mas os quatro deputados da Candidatura de Unidade Popular (CUP, independentistas, extrema-esquerda antissistema) anunciaram inicialmente que se iriam abster na votação e agora estão a estudar um compromisso que lhes foi apresentado pelas outras forças independentistas.
Jordi Sánchez foi presidente do movimento cívico independentista Assembleia Nacional Catalã até ter aceitado participar como número dois da lista liderada pelo ex-presidente do Governo regional Carles Puigdemont para as eleições para o parlamento regional, realizada em 21 de Dezembro de 2017.
Este professor universitário e activista político é um dos três independentistas que estão detidos, como medida cautelar, numa prisão dos arredores de Madrid, acusados de delitos de rebelião, sedição e peculato no quadro da tentativa de secessão da Catalunha que terminou, a 27 de Outubro do ano passado, com a intervenção de Madrid.
A lista "Juntos pela Catalunha" de Carles Puigdemont foi a mais votada do bloco independentista nas eleições de 21 de Dezembro último.
O "processo" de independência da Catalunha foi interrompido em 27 de Outubro de 2017 quando o Governo central espanhol decidiu intervir na Comunidade Autónoma, nomeadamente através da dissolução do parlamento regional, a destituição do executivo regional e a convocação de eleições regionais que se realizaram a 21 de Dezembro último.(RM /NMinuto)

Donald Trump vai reunir-se com Kim Jong Un

Published in Mundo
sexta, 09 março 2018 09:52

O Presidente norte-americano, Donald Trump, vai reunir-se com o seu homólogo norte-coreano, Kim Jong Un, em Maio, anunciou, esta quinta-feira, um dirigente sul-coreano.

A reunião foi proposta por Kim Jong-un, que ofereceu a suspensão do programa nuclear e balístico em troca do início de negociações, informaram hoje representantes sul-coreanos em Washington.

O director do gabinete de Segurança Nacional da Coreia do Sul, Chung Eui-yong, que liderou a delegação sul-coreana enviada a Washington, entregou hoje a Trump uma carta que lhe entregou na segunda-feira Kim Jong-un, durante uma reunião em Pyongyang. (RM /NMinutos)

A Câmara de Apelo do Tribunal Penal Internacional (TPI) rejeitou, esta quinta-feira, o recurso e pediu uma nova pena para o ex-vice-Presidente da República Democrática do Congo (RDCongo), Jean-Pierre Bemba, sentenciado a um ano de prisão pelo suborno de testemunhas.
A actual pena, sentenciada em Março de 2017, ordenou o pagamento de uma multa de 300.000 euros e adicionou um ano aos 18 que Bemba cumpre desde Junho de 2016.
Na altura, Bemba foi, juntamente com alguns associados, condenado por ter subornado 14 testemunhas para apresentarem falsos testemunhos no processo de que era alvo.
Os cinco juízes da Câmara de Apelo rejeitaram os 12 motivos usados pela defesa de Bemba e ordenaram uma revisão da sentença resultante da manipulação de testemunhas.
"A Câmara de Apelo constatou que Câmara de Primeira Instância cometeu uma série de erros nas penas atribuídas a Bemba, [Jean-Jacques] Mangenda e [Aimé] Kilolo", seus co-acusados, declarou a presidente do colectivo de juízes, Silvia Fernandez.
"Nestas circunstâncias, a Câmara de Apelo considera apropriada (...) a anulação da pena e exige à Câmara de Primeira Instância novas condenações", continuou Fernandez.
Bemba, de 55 anos, cumpre uma pena de 18 anos de prisão pelas violações e assassínios cometidos pela sua milícia e considerado culpado de cinco crimes de guerra e contra a humanidade, sob o princípio da "responsabilidade do comandante".
Foi o primeiro caso do TPI centrado na utilização da violação e da violência sexual como arma de guerra e o primeiro julgamento em que um chefe militar foi considerado responsável pelas atrocidades cometidas pelos seus homens, mesmo que não as tenha ordenado.
Em Novembro de 2017, mais de 5.000 vítimas dos crimes de guerra que levaram Bemba a tribunal pediram indemnizações individualizadas perante o TPI. (RM /NMinuto)

O ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, defendeu hoje que a proposta chinesa de suspensão recíproca das actividades militares na península coreana foi a chave para o acalmar das tensões entre Pyongyang e Seul.


"Os recentes acontecimentos podem ter surpreendido muita gente, mas são plausíveis: durante os Jogos Olímpicos [de Inverno] de PyeongChang, a Coreia do Norte não realizou qualquer teste nuclear, e os EUA e a Coreia do Sul suspenderam as suas manobras conjuntas", disse.
"Isto prova que a proposta chinesa de dupla suspensão era a receita adequada para o problema", afirmou.
Pequim tem vindo a defender a suspensão do programa nuclear da Coreia do Norte e, ao mesmo tempo, das manobras militares dos Estados Unidos na Coreia do Sul, para "amortecer a crise" na península.
A cedência de ambos os lados "criou as condições básicas para a melhoria das relações entre as duas Coreias", afirmou o ministro.
Pyongyang e Seul concordaram realizar em abril uma cimeira entre o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e o homólogo sul-coreano, Moon Jae-in.
No ano passado, os contínuos testes nucleares e com mísseis balísticos da Coreia do Norte, a par da retórica belicista do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevaram a tensão na península coreana para níveis sem precedentes desde o final da Guerra da Coreia (1950-1953).
"A questão coreana é mais complicada no mundo actual" e Seul e Pyongyang "aproveitaram a oportunidade dos Jogos de PyeongChang para alcançar um rápido degelo dos laços, revertendo um longo período de antagonismo na península", disse Wang.
No mês passado, uma delegação norte-coreana composta por atletas, jornalistas, artistas e apoiantes, e liderada pela irmã mais nova do líder norte-coreano, Kim Yo Jong, participou dos Jogos Olímpicos de Inverno, na cidade sul-coreana de PyeongChang.
"Há luz ao fundo do túnel, mas a viagem não será fácil", afirmou Wang.
"A história lembra-nos que seja qual for o nível de tensão na península, a situação está obscurecida por diversas interferências", disse. (RM /NMinuto)

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