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Mundo (362)

Antigo presidente francês Nicolas Sarkozy detido

Published in Mundo
terça, 20 março 2018 10:57

O antigo presidente francês Nicolas Sarkozy foi detido esta terça-feira e encontra-se nas instalações da Polícia Judiciária de Nanterre. Em causa está o alegado financiamento ilícito à sua campanha eleitoral de 2007.
Nicolas Sarzozy, antigo presidente da República francesa, foi detido esta terça-feira na sequência de alegado financiamento ilícito à sua campanha eleitoral de 2007. Sarkozy estará a prestar declarações nas instalações da Polícia Judiciária de Nanterre. Refere o Le Monde, que esta é a primeira vez que o ex-chefe de Estado é chamado para esclarecer a acusação de que foi alvo em Abril de 2013.
Recorde-se que Sarkozy é interveniente num processo em que se procura confirmar se o ditador líbio Muammar Kadhafi ajudou a financiar a sua campanha eleitoral de 2007.
Em Novembro de 2016, o empresário e intermediário Ziad Takieddine afirmou ter recebido cinco milhões de euros em dinheiro entre o final de 2006 e início de 2007, de Tripoli para Paris, que entregou a Claude Géant e Nicolas Sarkozy, que era então ministro do Interior.
A justiça francesa recuperou a agenda do ministro do Petróleo de Kadafi, Choukri Ghanem, que morreu em 2012 em circunstâncias pouco claras, onde os pagamentos de dinheiro a Sarkozy eram mencionados.
Um ex-colaborador do líder líbio que estava encarregue das relações com a França, Bechir Saleh, também assegurou ao "Le Monde" que Kadafi disse que "ele havia financiado Sarkozy".
De acordo com o "Le Monde", esta detenção significa que os magistrados consideram ter provas suficientes para o incriminar.
Sarkozy sempre negou as acusações, classificando-as de "manipulação e crueldade".
O período de detenção de Sarkozy poderá durar até 48 horas. (RM NMinuto)

O julgamento do jornalista angolano, Rafael Marques, arrancou, esta segunda-feira em Luanda, numa sessão marcada pela ausência do ofendido, o ex-Procurador-Geral da República de Angola (PGR), João Maria de Sousa.

Além do jornalista e activista Rafael Marques é também arguido no processo o jornalista angolano Mariano Costa, acusados dos crimes de injúrias contra a autoridade pública e de ultraje a órgão de soberania, o primeiro pela publicação de um artigo em que indicia que João Maria de Sousa está "envolvido em corrupção", e o segundo pela republicação da mesma notícia no seu jornal. Na leitura da acusação, a procuradora do Ministério Público, Tânia Guimarães, referiu que "os arguidos agiram de modo livre, consciente e deliberado".
O artigo publicado no portal de notícias Maka Angola, de Rafael Marques, refere ainda, segundo a acusação, que o antigo PGR de Angola requereu em 2011, uma parcela de terreno, de três hectares, para a construção de um condomínio residencial com vista para o mar, no município do Porto Amboim, província do Cuanza Sul.
Nesta primeira sessão, questionado pela juíza sobre o que o leva a concluir o envolvimento de João Maria de Sousa em supostos actos de corrupção, Rafael Marques respondeu que foi a facilidade e celeridade como decorreu o processo de requerimento de terreno.
Rafael Marques disse que o deferimento do requerimento foi feito num prazo de cerca de dois meses, quando, pelo conhecimento que tem, com o seu trabalho de investigação, tal costuma demorar entre dois a três anos.
Segundo ainda Rafael Marques, há também a destacar a ausência de documentos no processo para a concessão do título de superfície, nomeadamente uma declaração do soba (autoridade tradicional) da área a especificar que tipo de terreno se tratava, a falta de recibos de pagamento dos técnicos e da indemnização dos camponeses.
O jornalista salientou ainda que foi através de uma denúncia de camponeses, os alegados donos do terreno, que deu início às investigações, que culminaram com a publicação do artigo, depois de aguardar por mais de uma semana resposta a um questionário sobre o assunto que enviou ao então PGR.
No mesmo texto, Rafael Marques escreveu que João Maria de Sousa, enquanto PGR, demonstrava "desrespeito pela Constituição, envolvendo-se numa série de negócios" que contavam com o "apadrinhamento" do então Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, "que lhe apara o jogo".
"Aqui se aplica o princípio informal e cardeal da corrupção institucional em Angola, segundo o qual, uma mão lava a outra", salienta a acusação, citando o artigo.
Pelo facto, a acusação considera que o antigo chefe de Estado angolano, "na qualidade de órgão de soberania foi tratado de modo ultrajante" pelos arguidos.
Instado a esclarecer o que era na sua percepção o "apadrinhamento" pelo ex-Presidente da República, o jornalista disse que já tinha realizado várias denúncias públicas que fez chegar igualmente a José Eduardo dos Santos, sobre a suposta participação de João Maria de Sousa em actividades alegadamente incompatíveis com o cargo que ocupava, como a de sócio-gerente em duas empresas privadas.
Os autos referem que no decurso da participação criminal, apurou-se com as diligências efectuadas que o ex-PGR requereu efectivamente a parcela de terreno, tendo-lhe sido conferido o título de concessão de direito de superfície, a 25 de maio de 2011, porém passado um ano, por falta de pagamento dos emolumentos, foi revogada a titularidade do terreno.
Em declarações à imprensa, no final da sessão, a defesa de Rafael Marques, considerou positiva a postura em tribunal do seu constituinte, tendo lamentado a ausência dos declarantes e sobretudo do ofendido, cuja presença considerou "crucial" para "ajudar o tribunal a formular o seu juízo".
"Por isso mesmo a sessão foi adiada para o dia 16 de Abril, esperamos que apareça o ofendido e os outros declarantes que fazem parte do processo na sua origem no Sumbe, porque sem eles será dificultada a possibilidade de o tribunal fazer justiça", disse Horácio Junjuvili.(RM /NMinuto)

Mali: 8 mortos em confrontos entre grupos rivais

Published in Mundo
terça, 20 março 2018 10:25

Oito pessoas morreram devido a confrontos ocorridos este domingo, entre dois grupos rivais no centro do Mali.

 Segundo um anúncio feito pelas autoridades locais, uma aldeia do Mali foi queimada e destruída como resultado da violência intercomunitária.

A violência que tem aumentado há dois anos no centro de Mali, já causou pelo menos 25 mortos desde o início de Março.

Em 2017, estes casos de violência entre grupos rivais no Mali mataram pelo menos 60 pessoas, sendo causados muitas vezes por questões relacionadas com terras ou água. ( RM)

Cerca de 5 bilhões de pessoas viverão em áreas com baixo acesso à água até 2050, no mundo.

O alerta foi feito este domingo, em Brasília, pela directora da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura,  Audrey Azoulay, durante o Fórum Mundial da Água.

Ela defendeu maior rigor na busca de novas soluções para a gestão dos recursos hídricos, de modo a lidar com os desafios originados pelo crescimento demográfico e pela mudança climática." ( RM/ Rádio ONU)

15 mortos em deslizamento de terras no Burkina Faso

Published in Mundo
segunda, 19 março 2018 09:57

No Burkina Faso, quinze pessoas morreram num desabamento de terra ocorrido no sítio de mineração de ouro de Boulgou, cerca de 32 quilómetros de Matiakoali, na província burkinabe do Gourma, revelou a Agência de Notícias do Burkina Faso (AIB).

A mesma fonte precisa que nove pessoas ficaram feridas enquanto um número indeterminado de pesquisadores de ouro estavam presos nos escombros.

Os desabamentos de terra mortíferos são muito frequentes no Burkina Faso que conheceu um boom mineiro desde 2009.

Em Fevereiro passado, duas pessoas morreram no desabamento de terra em Borodougou, na periferia da cidade de Bobo Dioulasso, a capital económica do Burkina Faso. (RM Panapress)

Nove polícias compareceram, esta quinta-feira, em tribunal na África do Sul pelo homicídio de três mineiros que precedeu, em 2012, a sangrenta repressão pela polícia de uma greve de trabalhadores da mina de Marikana, no norte do país.

Estes elementos das forças da ordem são os primeiros oficialmente perseguidos pela Justiça sul-africana no âmbito deste massacre que se saldou em 34 pessoas abatidas pela polícia.

O tiroteio, o pior desde o fim oficial do regime racista do Apartheid, em 1994, desencadeou uma violenta vaga de paragens do trabalho nas minas do país, fazendo cerca de 60 mortos.

Então membro do conselho de administração do grupo britânico Lonmin, proprietário da mina de platina de Marikana, o novo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, foi acusado de ter feito pressão para que a polícia interviesse e pusesse fim à greve, mas acabou por ser ilibado por uma comissão de inquérito.

Os nove polícias ontem presentes perante um juiz são acusados de ter participado nos homicídios, alguns dias antes do massacre de 16 de Agosto de 2012, de três trabalhadores da mina, anunciou a "polícia das polícias" sul-africana (Ipid) em comunicado.

Todos foram colocados sob controlo judicial até à próxima audiência, marcada para Junho.

Dois mineiros foram mortos durante violentos confrontos com as forças da ordem, dois elementos das quais morreram também.

As vítimas não representavam "qualquer ameaça" para a polícia, afirmou ontem o procurador do ministério público.

O corpo sem vida de um terceiro mineiro foi encontrado dentro de um veículo da polícia.

Uma comissão de inquérito oficial atribuiu em 2015 a maior parte da responsabilidade do massacre de 16 de Agosto de 2012 à polícia.

Na sequência dos acontecimentos, a chefe da polícia, Riah Phiyega, foi suspensa pelo então Presidente sul-africano, Jacob Zuma, mas nenhum outro responsável das forças da ordem foi até agora julgado.

O Governo declarou-se disposto a indemnizar as famílias das vítimas mas, mais de cinco anos após os factos, nenhuma delas recebeu qualquer compensação.

No mês passado, Ramaphosa disse querer "curar as feridas" abertas pelo massacre.

"A comparência de ontem constitui um passo positivo que vai permitir às vítimas de Marikana e às suas famílias virarem a página", congratulou-se a dirigente da Amnistia Internacional para a África do Sul, Shenilla Mohamed.

"Esperamos que a justiça trabalhe depressa para pôr fim a quase seis anos de dor", acrescentou. (RM /NMinuto)

Mais de 30.000 civis fugiram nas últimas 24 horas do enclave curdo de Afrine, noroeste da Síria, devido aos bombardeamentos turcos, enquanto 20.000 pessoas também escaparam de Ghouta Oriental, alvo de uma ofensiva de Damasco, referiu uma ONG.

De acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), uma organização não governamental (ONG) com sede em Londres, conotada com a oposição e que possui uma ampla rede de activistas e pessoal médico no terreno, mais de 30.000 civis fugiram dos intensos bombardeamentos turcos contra a cidade de Afrine, no enclave curdo com o mesmo nome, e procuraram designadamente refúgio nas localidades de Nobol e Zahra, sob controlo do regime sírio de Bashar al-Assad.

A cidade de Afrine é alvo desde 20 de Janeiro de uma ofensiva do exército turco e forças sírias rebeldes dirigida contra a milícia curda local Unidades de Protecção Popular (YPG), considerada "terrorista" por Ancara.

Próxima da fronteira turca, Afrine está quase totalmente cercada pelo exército turco e os habitantes estão em fuga também pelo receio de um cerco total.

Ancara reafirmou ontem que a cidade de Afrine seria "limpa muito em breve" das YPG. A cidade regista uma escassez de água, após as forças turcas terem garantido desde as últimas semanas o controlo da barragem da região.

Em paralelo, a ONU procurava ontem precisar o número de pessoas que saíram do enclave rebelde sírio de Ghouta Oriental e avaliar as necessidades nos refúgios aos quais tem acesso, declarou, esta quinta-feira, o seu porta-voz adjunto, Farhan Aziz Haq.

"O número de pessoas que deixou Ghouta Oriental não é conhecido, nem o destino das pessoas que fugiram", disse na conferência de imprensa diária das Nações Unidas.

Segundo os últimos números da OSDH, mais de 20.000 civis conseguiram hoje abandonar Hammouriye, que as forças governamentais sírias retomaram na sua ofensiva, e outras localidades do sul, e considerado o maior êxodo registado no último mês.

"A ONU não assistiu à retirada, mas deslocou-se a diversos refúgios colectivos onde chegaram pessoas que fugiram", acrescentou o porta-voz.

"A Organização Mundial de Saúde está em vias de enviar camas de hospital, equipamento médico e medicamentos para ajudar as equipas médicas no centro colectivo de Al-Doueir", indicou.

Por sua vez, uma coluna de ajuda internacional conseguiu alcançar a cidade de Douma e fornecer auxílio a 26.100 pessoas "mesmo que seja necessário muito mais" nesta localidade, segundo a mesma fonte. (RM /NMinuto)

A escotilha de um avião Antonov An-12 abriu acidentalmente quando o aparelho de carga levantava voo no aeroporto da cidade russa de Yakutsk. Poderia ser um caso de avaria sem grande repercussão, uma vez que ninguém ficou ferido, não fosse a carga um metal precioso.

Pelo menos, três toneladas de ouro caíram na pista do aeroporto, num bizarro incidente que é agora investigado pelas autoridades russas, conforme explica a agência Tass.

O aparelho era operado pela companhia aérea Nimbus e transportava 9,3 toneladas de ouro e outros metais preciosos, de acordo com informações divulgadas pelo comité estatal de investigação ao incidente.

As autoridades recuperaram 172 barras de ouro, pesando cerca de 3.4 toneladas. A porta ter-se-á aberto por causa de danos no puxador da mesma. (RM /NMinuto)

Na República Centro-Africana, organizações humanitárias suspendem actividades devido a invasão e roubo de seu equipamento, no sudeste do país, por indivíduos armados.

De acordo com o Escritório de Coordenação de Ajuda Humanitária da ONU, dada a deterioração da situação em Bangassou, os trabalhadores humanitários foram transferidos para Bangui.

Ontem, indivíduos armados, presumivelmente anti-balakas - milícias de maioria cristã, atacaram armazéns de quatro organizações humanitárias, noticia a Prensa Latina.

A República Centro-Africana tornou-se num dos países mais perigosos para os trabalhadores humanitários, onde a 25 de Fevereiro, foram assassinados seis funcionários. (RM/Angop)

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