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O Embaixador Russo em Moçambique considera que os resultados das eleições de domingo, na Rússia, representam confiança do povo para com Vladimir Putin.

Alexandre Surkovy disse, entretanto, que a acusação da Grã-Bretanha sobre o envenenamento do espião russo, em território britânico, não tem fundamentos.  

“As autoridades britânicas no dia seguinte declararam, sem fundamentos, sem mostrar nenhumas provas de que a Rússia é culpada, precisamente o governo russo, que tem a responsabilidade deste crime de tentativa de matar um cidadão britânico usando substâncias químicas”, disse.

Por seu turno Alta Comissária Britânica, em Moçambique, Joana Kunzberg disse em entrevista à Rádio Moçambique que o incidente representa o uso ilegal da força pela Rússia contra o Reino Unido, por isso foram tomadas algumas medidas contra Moscovo.

 “Vamos suspender todos os contactos bilaterais com a Rússia e cancelar o plano de visita do ministro russo dos Negócios estrangeiros, não haverá participação de ministros ou de membros da família real no Mundial na Rússia, em Junho a Julho. Muitos russos fizeram do Reino Unido a sua casa, cumprem com as leis e dão uma importante contribuição ao nosso país, o que continuamos a valorizar, mas para aqueles que desejam fazer nos mal, a nossa mensagem é clara: Não são bem-vindos aqui”, disse a Alta Comissária Britânica, em Moçambique, Joana Kunzberg. (X)

O Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou esta segunda-feira aos potenciais eleitores a afluírem em massa aos postos de recenseamento eleitoral, cujo processo arrancou hoje, à escala nacional.

O Presidente russo, Vladimir Putin, proclamou ontem a sua vitória eleitoral durante uma celebração ao ar livre perto do Kremlin e após garantir mais de dois terços dos votos, segundo os últimos resultados.
"A Rússia está condenada ao êxito. Devemos manter a unidade", disse Putin perante milhares de pessoas concentradas na Praça do Manezh, apesar dos 12 graus negativos da noite moscovita. Putin, 65 anos, agradeceu às dezenas de milhões de pessoas que votaram na sua candidatura e que permitiram a sua reeleição para um quatro mandato, que deverá prolongar-se até 2024.
"Muito obrigado pelo apoio. Muito obrigado pelo resultado. Vós sois a nossa equipa e eu sou membro da vossa equipa e todos os que votaram hoje formam a nossa grande equipa nacional", disse.
Segundo a Comissão eleitoral central, Putin garantiu mais de 75,01% dos votos e quando estavam contados 50% dos votos expressos.
Putin interpretou estes resultados como o "reconhecimento de tudo o que foi realizado nos últimos anos em condições muito difíceis" e a "confiança e a esperança" no futuro.
"Aguarda-nos o êxito. É muito importante atrair à nossa equipa aqueles que votaram por outros candidatos. Necessitamos dessa unidade para avançar. E para avançar devemos sentir o ombro de cada cidadão deste país", assegurou.
Da longínqua Kamchatka, no leste, ao enclave de Kaliningrado, a oeste, cerca de 110 milhões de eleitores do imenso país com 11 fusos horários começaram a votar às 08h00 locais , ainda noite de sábado no Ocidente. As últimas assembleias de voto encerraram ontem às 13h00 locais.
As eleições ocorrem num momento em que a Rússia é alvo de sanções britânicas, em reacção ao envenenamento em Inglaterra do ex-agente duplo russo Serguei Skripal, num caso que parece ter confirmado o regresso de uma nova Guerra Fria desde o regresso de Putin ao Kremlin, em 2012.
O conflito sírio, a acusação de ingerência nas presidenciais norte-americanas e a crise ucraniana - com a anexação da península da Crimeia após o referendo de Março de 2014 - são cenários que têm justificado um crescente clima de tensão, e que implicaram no último caso a adopção de duras sanções internacionais pela União Europeia e Estados Unidos.(RM NMinuto)

Isaura Nyusi recebe prémio da Fundação Dususu

Published in Recomendado
quinta, 15 março 2018 19:07

A Esposa do Presidente da República, Isaura Nyusi, recebeu, esta quinta-feira, em Maputo, em reconhecimento do seu trabalho em prol da rapariga, um prémio da Fundação Dususu, organização sediada nos Estados Unidos da América.

A reunião convocada para, esta quarta-feira, pelo Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, a pedido da sociedade civil, para tentar alcançar um acordo para o impasse político que o país atravessa terminou sem resultados.
O encontro ficou marcado pela ausência do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das legislativas de 2014, do Partido da Convergência Democrática (PCD), União para a Mudança (UM) e Partido da Nova Democracia, todos partidos com representação parlamentar e signatários do Acordo de Conacri. "O país não pode continuar assim. Temos de ter um Governo com base no Acordo de Conacri ou com uma outra forma, que seja dentro da lei, mas temos de ter um Governo para que a população possa trabalhar em condições normais", afirmou, no final do encontro, o presidente do Movimento Nacional da Sociedade Civil da Guiné-Bissau, Fodé Sanhá, lamentando que nem todos os signatários do Acordo de Conacri tenham estado presentes.
Para Fodé Sanhá, o Presidente da República tem de assumir as suas responsabilidades e continuar a "procurar uma saída para a crise política".
O responsável pela aliança das organizações da sociedade civil alertou também que a campanha da castanha de caju e agrícola começam dentro de um mês e é preciso haver um Governo.
Francisca Vaz, do grupo de mulheres facilitadoras do diálogo na Guiné-Bissau, manifestou esperança num consenso, salientando que a saída da crise está na procura de um nome para primeiro-ministro que reúna consenso.
"Há pessoas assinantes do Acordo de Conacri que dizem que a figura de Augusto Olivais não é um consenso, há outras que dizem que é. Aqui, os presentes, não concordam com a figura de Augusto Olivais. Por isso vamos ver se é a figura do actual primeiro-ministro ou se as outras duas figurais evocadas no acordo, ou talvez outro nome que nos podem apresentar", afirmou Francisca Vaz.
A Guiné-Bissau vive há mais de dois anos uma crise política. Desde as últimas eleições legislativas, em 2014, já foram nomeados seis primeiros-ministros.
A pedido das autoridades nacionais, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) esteve a mediar a crise política, que acabou em 2016 com a assinatura do Acordo de Conacri, pelos partidos com representação parlamentar e pelo presidente do parlamento.
O Acordo de Conacri prevê a nomeação de um primeiro-ministro de consenso e a reintegração dos dissidentes do PAIGC, entre outros pontos.
A CEDEAO impôs recentemente sanções a 19 individualidades na Guiné-Bissau por considerar que estão a obstaculizar a implementação do Acordo. (RM/NMinuto)

Cientistas da Universidade Charitée, em Berlim, e também da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, realizaram um estudo pioneiro sobre a neurobiologia da morte. A investigação inédita foi liderada pelo cientista Jens Dreier.
O estudo denominado de 'Depolarização da difusão terminal e silêncio eléctrico na morte do córtex cerebral humano', contou com o consentimento dos parentes de vários pacientes terminais. O estudo exigia uma monitorização neurológica considerado invasiva.
Os pacientes analisados tinham sofrido acidentes de trânsito, acidentes vasculares cerebrais ou paragens cardíacas.
Os cientistas descobriram que os cérebros dos animais e dos seres humanos morrem de forma semelhante. E que existe um exíguo momento no qual o funcionamento do cérebro pode ser restaurado, ao menos de forma hipotética.
O objectivo do projecto não era apenas observar os últimos momentos do cérebro humano, mas também entender como e se seria possível salvar vidas no futuro.
Durante o estudo, à medida que o paciente terminal piorava, os cientistas monitorizavam a sua actividade neurológica através de dezenas de eléctrodos.
Em primeiro lugar, em oito dos dez pacientes, os investigadores detectaram o movimento de células cerebrais que tentavam impedir o inevitável, ou seja, a morte.
Regra geral, os neurónios funcionam com iões carregados, o que cria desequilíbrios eléctricos entre eles e o ambiente, o que permite que pequenos choques, ou sinais, sejam criados. Para os autores do estudo, a manutenção desse sistema fica mais difícil quando a morte se aproxima.
Para se alimentarem, essas células ingerem oxigénio e energia química da corrente sanguínea. Quando o corpo morre e o fluxo sanguíneo que chega ao cérebro para, os neurónios - privados de oxigénio - tentam 'desesperadamente' acumular os recursos que sobraram.
Emitir sinais e alertas, como normalmente ocorre, torna-se um desperdício nos últimos momentos de vida. Portanto, os neurónios param a sua actividade e, ao invés de enviarem sinais, usam as suas reservas de energia para manterem cargas eléctricas internas – e aguardam assim o retorno de um fluxo de sangue que jamais chegará.
O fenómeno foi chamado de 'depressão não dispersa', já que ocorre simultaneamente em todo o cérebro.
Segue-se a fase da ‘despolarização da difusão’, também conhecida por ‘tsunami cerebral’. Neste momento dá-se uma grande libertação de energia térmica, porque o equilíbrio electroquímico que mantinha as células vivas entra em colapso - esse ‘tsunami’ leva à intoxicação e à destruição das células.
Todas essas reacções foram observadas pelos cientistas nos pacientes terminais. E à medida que os níveis de oxigénio caíam, a actividade eléctrica também era silenciada em todo o sistema nervoso.
É então que a morte chega.
No entanto, o estudo revelou que, no futuro, todo esse processo poderá não ser de todo inevitável.
"A despolarização expansiva marca o início das alterações celulares tóxicas que eventualmente levam à morte, mas não é o ponto-chave da morte por si só, pois essa despolarização é reversível até certo ponto, com a restauração do fluxo de energia", explica o líder do estudo, Jens Dreier, do Centro de Investigação de Acidentes Cardiovasculares, da Universidade Charité.
Os dados inéditos publicados na revista científica Annals of Neurology, apontam que a ressuscitação celular é de facto possível.
Porém, novos estudos terão que ser realizados nesse sentido.
Como Dreier aponta, "a morte é um fenómeno complexo" para o qual "não há respostas fáceis" (RM /NMinuto)

Vários partidos da oposição da RDCongo formaram esta segunda-feira, na África do Sul, uma coligação e escolheram Moise Katumbi como candidato comum para concorrer contra o Presidente Joseph Kabila nas sucessivamente adiadas eleições presidenciais congolesas, marcadas agora para Dezembro.

A sessão plenária da Assembleia Nacional Popular da China aprovou, este domingo, uma emenda constitucional que estabelece uma presidência indefinida para o actual chefe de Estado, Xi Jinping.

A Assembleia Nacional Popular da China aprovou com um único voto um conjunto de 21 emendas constitucionais propostas, entre as quais a eliminação do limite de dois mandatos consecutivos de cinco anos para os presidentes do país.
O resultado da votação foi de 2.958 votos a favor, dois contra e três abstenções.
Outra das alterações aprovadas foi a que inclui as teorias políticas de Xi Jinping sobre o desenvolvimento do "socialismo com características chinesas numa nova era" na Carta Magna chinesa.
Numa intervenção após a votação, o presidente da ANP, Zhang Dejiang, destacou a importância de "defender a liderança centralizada e unificada" com Xi Jinping "no seu núcleo".
A actual Constituição chinesa, que entrou em vigor em 1982, foi alterada pela última vez em 2004.
A aprovação das emendas constitucionais supõe uma consolidação ainda maior do poder de Xi Jinping, que acaba de terminar o seu primeiro mandato de cinco anos e atinge assim um poder indefinido que os analistas comparam ao de Mao Zedong.
Além disso, o retorno a uma liderança indefinida supõe uma ruptura com o sistema criado por Deng Xiaoping, que estabeleceu um poder mais colegiado, com limites temporais para os altos cargos, a fim de evitar os excessos que causaram a acumulação do poder pessoal desmedido durante a época de Mao Zedong (1949-1976).
Constitucionalmente, a ANP é o "supremo órgão do poder de Estado na China", mas cerca de 70% dos seus quase 3.000 deputados são membros do Partido Comunista Chinês (PCC), assegurando a sua lealdade ao poder político.
Os deputados são eleitos por cinco anos, a partir das assembleias das diferentes províncias, regiões autónomas, municípios, regiões administrativas especiais e das forças armadas do país, e estão encarregues de aprovar projectos de lei, o relatório do Governo, Orçamento ou o plano de desenvolvimento económico-social.
Em mais de meio século de existência, os delegados da ANP nunca rejeitaram um projecto de lei ou documento e, até finais dos anos 1980, as aprovações ocorriam sempre por unanimidade.
Foi só em 1988 que, pela primeira vez, um delegado da ANP votou "não". Também inéditos foram os três votos de abstenção, ocorridos em 1982.
A abolição do limite de mandatos permitirá a Xi Jinping, um dos mais fortes líderes na história da República Popular, ficar no cargo depois de 2023, quando termina o seu segundo mandato.
O PCC elimina assim um dos princípios fundamentais da política chinesa nas últimas décadas, que distinguia o regime de Pequim de outros estados autoritários, e que analistas consideram ter sido crucial para a estabilidade política que permitiu à China converter-se na segunda maior economia mundial no espaço de trinta anos.
A proposta do Comité Central do PCC foi tornada pública em 25 de Fevereiro, uma semana antes do início da sessão anual da ANP.
Citado pela agência oficial Xinhua, Xi Jinping destacou durante um painel de discussão com delegados da Assembleia que a proposta foi "plenamente democrática", feita "após uma recolha de opiniões a partir de diferentes sectores" e que "ilustra o desejo comum do partido e do povo".
O líder chinês referiu ainda que a emenda constitucional permitirá "modernizar o sistema chinês e a capacidade de governação do país". (RM Notícias)

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