Moçambique deve aproveitar a septuagésima sétima sessão da Assembleia-geral das Nações Unidas para apresentar-se ao mundo como parte da solução para a crise global de recursos energéticos.
Esta é a posição do Professor de Relações Internacionais e comentador-residente da Rádio Moçambique, Hilário Chakate, perspectivando a participação do país, nesta sessão de alto nível, que decorre, desde o início da semana, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Chakate diz não ter dúvidas de que este ponto constará do discurso do Primeiro-ministro, Adriano Maleiane, a ser feito na sede da Assembleia-geral da ONU, este sábado.
Uma abordagem necessária num contexto em que meio mundo procura se desfazer da dependência russa relativamente aos recursos energéticos.
Adriano Maleiane, que chega à Nova Iorque, na noite de hoje, nos Estados Unidos, madrugada desta sexta-feira, em Moçambique, deve igualmente apresentar os avanços alcançados no que ao processo de desenvolvimento sócio-económico diz respeito, em linha com a Agenda 2030 das Nações Unidas.
São temas que fazem jus ao lema escolhido para a presente Assembleia-geral: O tempo de mudança: soluções transformativas para desafios interligados”, numa sessão marcada, entretanto, esta quinta-feira, por um debate especial do Conselho de Segurança da ONU, sobre a guerra na Ucrânia.
Os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU estiveram em destaque nos discursos com uma forte condenação à Rússia, por parte dos Estados Unidos, Reino Unido e França na sequência da mobilização parcial de 300 mil reservistas russos, para o teatro da guerra, na Ucrânia.
A Rússia, por seu turno, diz ser uma posição cínica do Ocidente e condena os financiadores da Ucrânia, acusando-os de ser também responsáveis pelo prolongamento do conflito. (RM Nova Yorque)
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