O ministro da Administração Estatal e Função Pública diz que a metodologia de processamento usada nas províncias impede a conclusão da primeira fase de pagamento de horas extras aos professores.
Inocêncio Impinssa explicou que em algumas províncias não se observava o princípio da proporcionalidade no pagamento das horas extras conforme definido pelo governo.
“ Vamos pensar que numa escola tem cem professores que deviam receber horas extras atrasadas dos anos anteriores; vamos pensar que o governo disponibiliza cinco milhões de meticais. Não vai ser suficiente para pagar, por exemplo, a cem professores mas tem que se assegurar que os cem professores recebem um sinal, em função daquilo que se lhe deve, então, é o tal sinal proporcional que nós estamos a dizer. Para alguns casos, como tínhamos comunicado nalgumas províncias ou escolas, verificamos situações de que dos cem professores que estavam a espera de receber, os gestores, por alguma razão, decidiram pagar os cinco milhões a apenas trinta professores e deixaram setenta para trás ou pagaram cinquenta e não pagaram os outros cinquenta”, explicou.
O Ministro da Administração Estatal e Função Pública falava, esta sexta-feira em Maputo, em conferência de imprensa semanal do Executivo. (RM)
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